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Conhecer as Limitações

 

As limitações existem em todos os âmbitos a que nos dispusermos destinar. As limitações estão no espaço, no tempo e fora do espaço-tempo, as limitações cessam: entramos na área do ilimitado.

Se o conhecimento dessas nossas limitações é referente ao nosso lado de fora, é fácil de sabermos que não temos; dinheiro, saúde, amor, relacionamento, vida digna é fazermos frente aos impedimentos com as disponibilidades que pudermos contar para alcançarmos nossos planos, nisso a criatividade é a grande mestra do improviso a nosso favor e conhecimento dessas limitações é crucial para aprendermos a sobreviver a elas. Existem conhecimentos outros de nossas limitações que são simplesmente superados por algumas providências a que nos submetemos. Trata-se de nos decompormos: partir nossa equação em partes menores para alcançarmos áreas que rompem os limites. Se somos formados por duas partes básicas de Mente e Consciência, mas, antes de alcançarmos a Mente somos inconscientes; daí a seqüência em quatro estágios: do inconsciente para a mente, da mente para a consciência e daí para a luz.

Se nos ativermos à vida no inconsciente, seremos em pé de igualdade com os animais: se alcançarmos o estágio da mente, a disposição se acentua pela necessidade de atendermos os atributos da mente. Teremos e nos utilizaremos deles voltados para nós e não para o mundo. Somente aí conheceremos nossas limitações, porque já passamos por seus desafios e nos despedimos delas porque estaremos num lugar em que as limitações se diluíram no vazio de tudo.Peça escrita durante o mês de Junho de 2009

 

 



Escrito por nery às 22h43
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Cosmovisão Indígena

 

Um índio autêntico tem a visão de uma criança; está bem próximo da consciência; é muito mais consciente do que mental; vive no silêncio da natureza, em comunhão com ela e contempla o céu: vê, no céu, no firmamento o princípio de sua fé; não importa a roupagem com que ele vista suas crenças e como as manifesta; importa que ele contempla o céu, sente o existir de uma força maior e traduz sua sensibilidade em rituais conforme sua influência sobre o grupo.

A maneira como seus rituais são cultivados pode variar em muitas derivações; isso é o externo; exprime a visão de cada um, no poder de adaptar o que viu, o que sentiu às tradições e ao culto de seu povo.

Interessa-nos aqui esse poder de sintonia; essa cosmovisão com que ele associa sensibilidade e atuação. Contempla os astros e estabelece afinidade entre o que contempla e o que sente; contempla o firmamento e o silêncio de lá aciona o silêncio de cá e a afinidade se apura; contempla o cosmos e aquela visão repercute em seu interior, como sinais de uma empatia e começa a encontrar, no próprio interior, repercussões, ligações de estrelas e passa a identificar algumas delas pelos  sentires de seu corpo; de tal modo que, quando olha para uma delas, sente a vibração no próprio corpo, como estimulo distante à própria vida. Disso, podemos nos valer também: não é necessário que sejamos versados nessa ou naquela ciência; não é necessário que tenhamos essas ou aquelas letras: para entrar em contato com  as entidades celestes, basta que tenhamos o coração vazio, porque, pelo vazio do coração é que a Consciência revela seu alfabeto escrito no universo e que só os simples conseguem entender e adquirir essa visão do cosmo como extensão dele mesmo. Peça escrita durante o mês de Junho de 2009



Escrito por nery às 22h42
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O mesmo sopro permeia toda existência.

Eis um insight, um flash que vem de alguma camada interior; alguém experimentou essa verdade e a traz para nós na força de sua síntese. O mesmo sopro é o qu vem da consciência; a Consciência é o princípio de tudo; ela soprou sobre suas criaturas, conforme iam emanando em seu processo criador e derivante, porque o que a consciência cria nas criaturas, já existe no processo de reprodução, recriação, ampliação e o mais fenomenal é que cada coisa gera o seu oposto. Apenas o ser humano põe-se ou interpõe-se a essa reprodução e pode conduzir-se de volta para o principio gerador; só o ser humano tem esse poder de, em si mesmo, processar o milagre de se opor ao principio criador e dirigir-se pessoalmente para ele. O sopro veio dele; nós estamos vinculados a ele por esse sopro. No entanto, o poder de distinguir, de discernir é pouco celebrado entre os seres humanos e a noção do sopro perde-se na confusão de cada dia.

Esse sopro permeia de fato todas as coisas e nós não nos percebemos vinculados a ele, como por um fio umbilical.

Costuma se dizer que o ser humano é o ápice da criação divina; correto porque, só no ser humano, estão todos os atributos de fazê-lo voltar a sua fonte; em torno do ser humano estão todos os princípios de sua fonte; eles são o sopro que se tornará mais ativo conforme nossa proximidade e conforme nos imbuírmos dele.Peça escrita durante o mês de Junho de 2009



Escrito por nery às 21h22
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Destino Comum

O destino das coisas em geral é sujeito ao movimento e as marés do tempo. Diluir-se nelas. Nisso seu destino é igual: “nada se perde; nada se cria”, conforme Lavoisier. Quanto ao destino do ser humano, também é igual nesse roteiro: do inconsciente para o estágio da mente; vencido o estágio da mente, mergulhar na Consciência e daí para a Luz.

Esse é o roteiro, incluindo todos os percalços da trajetória; essa é de difícil vencer, porque nos perdemos no emaranhado que se situa no inconsciente e que não nos deixa enxergarmos, com clareza, o fio de prumo dos caminhos de cada um. Sim, porque não são iguais; infinitos  são os tipos de vivências que o ser humano experimenta no percurso e, conforme se confunde, mais se enrola na teia e aqui o destino não é comum, aquele cada um tem de desvencilhar; cada um na sua.

O destino só é comum quando enveredarmos pelo lado de dentro de nós mesmos. Para dentro de nós, o destino é comum; o silêncio interior e nada mais. Bata fazermos o silêncio interior; a alma se encarrega de tornar comum nosso destino. Peça escrita em Junho de 2009



Escrito por nery às 21h21
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Ter ouvidos às vezes que falam em nós.

É precisa essa audição porque de onde vierem precisam ser acolhidas e tomadas providências. São duas as origens destas vozes: elas podem vir do inconsciente ou podem vir dos impulsos da alma. As vozes que vem do inconsciente tem objetivo indicado: revidar a ofensa, envolver-se no vício, praticar o mal; essas precisam ser ouvidas com o intuito de que tiremos sua raiz de dentro de nós pelo perdão a quem nos fez ofensa; conhecido ou não; que o perdão passe a ocupar o lugar daquela voz que acabou de se deslocar. Outros tipos de manifestações que se verificam em nós, dá-se por arroubos, uma vontade de chorar, um vazio, uma aspiração pouco clara. Essas são causadas por liberação de energia da alma. Um exemplo é o choro na mulher: ela chora por manifestações da alma e não sabe relacionar seu choro com seus estados de consciência. Quanto mais sensível mais chorona. Assim acontece com as pessoas sensíveis à manifestações da própria alma. Deve-se buscar no silêncio de si mesmo a mensagem que se pode traduzir como necessidade de mais reflexão sobre a alma que quer liberar mais energia com que ela possa atuar no mundo.

Estar atento a si mesmo é já a manifestação de um anseio que se manifesta para o bem ou para o mal; em qualquer dos casos resolvemos tudo pela vontade de perdoar porque o perdão é um bem da alma.Peça escrita durante o mês de Junho de 2009

 



Escrito por nery às 21h21
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Um outro mundo é possível?

Sim. Eu era pobre e ganhei na loto; mudei de mundo; era ignorante; cursei a faculdade; mudei de mundo. Ah! Não é deste mundo a que você se refere? Não era!

Nas escalas do espírito também é assim: quanto mais eu adquiro consciência. Mais eu mudo de mundo. Imaginemos o sujeito leu tanto e não percebeu que seu aperto lhe tirou a luz do sol; janelas abarrotadas de livros; súbito ele se dá conta de que precisa da luz e vai tirando os livros das janelas; a cada livro que ele retira, entra no quarto um filete .

 

Cada filete que lhe penetre de sabedoria, é uma mudança de mundo e assim até que todos os livros que impediam a entrada de luz sejam retirados. E há mais ainda: cada vez que se esquecer dos livros; cada vez que abdicar dos livros, a luz lhe vem de dentro para fora e, nos próximos mundos, habitaremos áreas mais iluminadas pelo que fizermos por esquecer de tudo. Há pois o mundo dos que ganharam na loto, esse tudo tem para seu sustento e há os que abdicaram de tudo: esses se sustentam na luz que não se apaga, independentes de onde estiverem.

Peça escrita durante o mês de Maio de 2009



Escrito por nery às 19h14
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Armadilhas perigosas podem se esconder por trás de instituições sóbrias

Há uma afirmação segundo a qual Satanás se veste de luz para nos enganar. Na faixada de muitas organizações tidas como sérias, está um tirano escondido a fim de tirar provento de nossa ingenuidade. Preciso dar exemplo? O que dizer dessas negociatas com sobras de campanha e barganhas das passagens aéreas e hospedagens..Em quais instituições elas aconteceram? Nas  escalas de representação do povo!

“Meu Deus... mas que bandeira é essa?

Que imprudente na gávea tripudia

Silencia musa; chora, chora tanto

Que o pavilhão se lave no teu pranto.

Assim chorava o grande Castro Álvares. Assim choramos nós com ele.

Bem é que ingressemos em outra linha de pensamento pela qual nos afastaremos desses achaques ao erário público. Pelo menos nos afastaremos desses túmulos caiados e que nossa visão ganhe dimensões de outros horizontes.

Nossa direção é a da luz, onde Satanás não alcança que sua luz é igual às asas de Ícaro: quis subir, mas eram asas de cera e ele se esfacelou. Não existem instituições sóbrias que na luz da sabedoria, todas estas quimeras perdem o sentido de ser e também perdemos nós o sentido de ter.

Peça escrita durante o mês de Maio de 2009



Escrito por nery às 19h13
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Viva de acordo com suas posses

Significa não avançar o sinal de nossas economias; quando o sinal está amarelo, é hora de parar. Assim em nossos compromissos pessoais; em tudo, não ir além de nossos limites. Só há um ponto pelo qual os limites precisem ser ultrapassados: aquele que se destina ao interior de nossas potencialidades; aí estão nossas posses reais; aí não há limite de viver.

Viver de acordo com nossas posses é buscar essas posses dentro de nós mesmos; que lá elas esperam para caminhar conosco quais servidoras que a alma cria para sermos felizes.

Peça escrita durante o mês de Maio de 2009



Escrito por nery às 19h12
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7- A natureza reage; e nossa inteligência não supera sua força

São tantos os percalços impostos à natureza pelo homem que ela apenas comete reações, no extertor de sua angustia em aflição. A natureza apenas busca reações, adaptações aos tantos bloqueios de toda espécie. As experiências de explosões atômicas subterrâneas são espécies de agressão pelo homem a que a natureza tem de se adaptar, pelo deslocamento que cada explosão dessa causa em seu interior. E quantos fazem essas experiências no segredo de sua impiedade! E que dizer do lixo de tantos satélites, muitas toneladas soltas no espaço? E as camadas de ozônio que inibem a terra em suas revestiduras?

A tudo isso e muito mais, a terra apenas reage buscando adaptar-se a cada agressão; e é claro que, quando reage, busca apenas cobrir débitos; falhas que cometemos e nossos envolvimentos tornam-se inevitáveis.

As tsunamis, o avanço das marés, os degelos, são muitas formas de a natureza se adaptar às agressões do homem; e aí o próprio homem é a grande vítima de sua força; nada detém a natureza quando precisa manifestar-se pelo excesso de água em regiões de seca, o mar invadindo as cidades, tremores e a terra se despindo.

Quem detém esses inesperados impulsos; onde está a natureza se movendo por estabilizar-se, seria causar desequilíbrios maiores. A inteligência do homem não alcança esses desavisos. Assim como a inteligência do homem não possui impedimentos que o homem caia fisicamente, também não há inteligência que impeça estes grandes deslocamentos a cujas adaptações à natureza está sujeita e nós com elas.

Estas coisas acontecem causadas por uma inteligência coletiva que, lentamente, veio minando a terra e de que resulta agora nessa soma cujas conseqüências os homens não conseguem conter; nas estreitezas de sua incapacidade, já porque os homens apenas dão sinais de que querem mudanças, mas o íntimo de cada um aponta carências a que eles não desistem de, à calada da noite, adicionar à terra os fatores da derrocada. Enquanto destruía pelo lado de fora, não preservou seu lado de dentro e esse não resiste de se anular por elas, que ambos são filhos do silêncio agredido e ambos sofrem sem que a inteligência de fora possa deter o que se passa fora da inteligência.

Peça escrita durante o mês de Maio de 2009



Escrito por nery às 22h32
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Reinventar-se

O pronome “se” é reflexivo; sujeito atuando sobre si mesmo para uma nova invenção. Como já está ele feito, este pronome “se” só pode encontrar assunto pela visão interior, pela visão que tivermos de nós mesmos. A reinvenção terá como base um dado interno que leve os circunstantes a nos identificarem como reinventados. Reinventar um caminho para a própria interioridade? Os asiáticos inventaram formas de caminhos, pela ioga, pela meditação encontram a paz, mas esta paz tem sempre uma motivação atuante no mundo; explico-me; os orientais trabalham o próprio interior, mas seu modelo de trabalho está fora deles: é Buda; são os deuses antigos todos situados no mundo dos homens; a originalidade de nos reinventarmos tem que ser feita com um modelo que se situe dentro de nós e esse modelo interno em cada um é a consciência.

Todo “reinventar-se” precisa começar pela consciência de adicionar a nós valores que se motivem dentro de nós. Reinventar-se é, por exemplo, aguçar a intuição; trabalhar a sabedoria, lutar contra a negligência. Isso é valor de reinvenção de si mesmo com que podemos nos reinventar. Como são atributos da Consciência, levam-nos sempre a nos reinventar-nos nas atividades a que nos dedicarmos.

Reinventar-se é ser mais.

Peça escrita durante o mês de Maio de 2009

 



Escrito por nery às 22h28
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A Felicidade ocorre quando subimos a Montanha

Sim. Que quando alcançamos o alto, outros horizontes nos atraem e vamos sempre mais atraídos nessa aventura que é a vida. A felicidade está no que já percorremos porque, a cada etapa vencida, é vivenciada uma nova visão do que ficou para trás. Daí se dizer que ser feliz é conservar a determinação de um ponto a alcançar e viver os acidentes da jornada. Chegar, será mudar de ponto a alcançar e se vestir de coragem  para uma nova jornada, e cujo ponto de chegada se multiplica a cada vencer por alcançar. Neste aspecto, os diversos pontos que vão surgindo, tornam-nos dispersivos e as constantes jornadas se tornam rotinas e enfadonhas.

Daí ficarmos com o previlégio da primeira jornada em que nos centramos num ponto e fazemos dele um motivo de viver. A jornada é rica de acontecimentos que vamos descortinando e aprendendo com eles. Surgem para que aprendamos a contorná-los e enriquecer a viagem. São motivações; nós passamos a ser o cão de Pavlov:  a cada resposta acertada ganhamos um doce; a cada degrau subido, ganhamos por descortínio, uma nova lição com que contamos quando outros obstáculos se impõem a nós.

Peça escrita durante o mês de Maio de 2009

 



Escrito por nery às 22h27
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Retroceder Nunca, Render-se Jamais

Expressão ao soldado; indução ao combate por mais acirrado.

Nós participamos de outras guerras, na dimensão de cada dia e aí a guerra é mais acirrada porque nem sempre conhecemos o inimigo, seu terreno, sua estratégia contra nós. Nem por isso, temos o direito de retroceder; de nos render aos obstáculos.

A teimosia do homem é, quase sempre, uma forma intuitiva de não se render. O velho Camões nos aconselhava:

“Da decisão que tens tomada, não desistas à obra começada!”

Somos todos soldados em linha de frente e a ordem que devemos estabelecer em nós é a marcha para frente, na direção de nossos ideais. Uma vez que nos decidirmos por alcançá-los, a felicidade já não está no alcançar, mas no caminhar em sua direção.

Terminou nossa trajetória? O que vamos fazer? O melhor é o ideal vivo em frente, sem retroceder; nisso nos tornamos fortes; sem se render; nisso nosso ideal dá sentido à vida e seremos fortes com ela.

Peça escrita durante o mês de Maio de 2009



Escrito por nery às 22h26
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Que tipo de ação tira você do Sério ?

- A negligência.

- Mais do que a injustiça?

Sim. A negligência é a negação de minha verdade pessoal. Eu estabeleço comigo um trato de arrumar minha cama, de ajudar a lavar os pratos; se deixo de cumprir uma verdade que eu estabeleci comigo mesmo, eu estou traindo minha verdade; se traio mina verdade, por extensão, eu traio a verdade do outro; cometo a injustiça com a maior facilidade.

Nós ouvimos o Cristo dizer: faze depressa o que tens de fazer! E pensamos que ele está se dirigindo a Judas. Não! Está se dirigindo a nós que não sejamos negligentes no que nos propusemos a fazer.

Peça escrita  durante o mês de Maio de 2009



Escrito por nery às 17h50
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O que você faria hoje?

Antes de qualquer oração, eu faria uma análise de mim mesmo: sou Consciência ou sou Mente?

Vivo em um mundo de aplicação dos atributos mentais: memória, razão e inteligência; isso eu aplico todo dia, na vida de cada ação.

Quanto à minha consciência, o que sei? O que aplico dela se não sei?

Sei que tudo no mundo se realiza pelo equilíbrio dos opostos: sei que Mente e Consciência são opostas, porque uma atua no movimento e a outra permanece em repouso; da conciliação destes opostos, nasce uma terceira entidade: a luz; portanto o que eu faria primeiro era estudar a consciência e aplicar seus atributos para alcançar a luz.

Peça escrita  durante o mês de Maio de 2009



Escrito por nery às 17h49
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Se você fosse mulher por um dia, o que você faria?

Eu sairia conscientizando as mulheres de sua capacidade que elas ignoram. . O pensamento da mulher não é racional; é intuitivo; pela intuição, ela aplica: sabedoria, verdade, justiça, amor e seus derivados.

Um exemplo de derivação do amor na mulher é a vida.. Pela intuição ela aplica esses quatro atributos no mundo. Como vive no mundo, atua também com os tributos do homem – memória, razão, inteligência. Portanto, enquanto o homem atua apenas com seus atributos, a mulher, no mundo, pode se utilizar de sete atributos e, nisso, ela é superior à capacidade do homem.

Eram esses dados que eu iria incutir na cabeça das mulheres se me tornasse uma delas por um dia.

Peça escrita  durante o mês de Maio de 2009



Escrito por nery às 17h48
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